SERVIÇOS
Representação de Vítima de Crimes
A vítima também precisa de voz, proteção e justiça.
No sistema penal, garantir os direitos de quem sofreu um crime é tão importante quanto a defesa do acusado. A atuação jurídica especializada é essencial para que a vítima seja ouvida, respeitada e protegida ao longo de todo o processo criminal.
O que é a representação da vítima no processo criminal?
A vítima de um crime, ou seus familiares, podem e devem contar com a orientação e atuação de um advogado para assegurar seus direitos desde o início da investigação até o julgamento. A atuação da advogada garante que a vítima seja informada sobre o andamento do processo, participe ativamente, tenha seus interesses protegidos e, quando cabível, receba reparação pelos danos sofridos.
Em quais casos a vítima pode ser representada por um advogado?
Registro e acompanhamento de boletim de ocorrência;
Atuação junto à delegacia de polícia (inclusive para diligências e oitivas);
Requerimento de medidas protetivas (em casos de violência doméstica e familiar);
Assistência à acusação em processos penais (atuando ao lado do Ministério Público);
Acompanhamento em audiências e depoimentos;
Pedidos de indenização por danos morais e materiais decorrentes do crime;
Garantia de proteção e sigilo, quando necessário;
Intervenção em acordos de não persecução penal, para garantir que os interesses da vítima sejam respeitados.
Por que contar com um advogado criminalista para representar a vítima?
Muitas vezes, a vítima é deixada de lado no processo penal, tornando-se apenas uma testemunha. Com a atuação técnica e estratégica de um advogado, é possível garantir que seus direitos não sejam ignorados e que ela participe ativamente, com segurança, clareza e proteção jurídica.
A Dra. Gabriela Marinho atua com empatia, firmeza e sensibilidade para assegurar que a vítima seja respeitada e ouvida. Sua experiência e dedicação tornam o processo menos traumático e mais justo.
Vítima bem assistida é justiça fortalecida
Representar a vítima é garantir que sua dor não seja silenciada e que sua dignidade seja preservada.
Fale com a Dra. Gabriela Marinho
